Marque o lote, as ruas e alguns pins no Google Earth, exporte o KML e receba um levantamento preliminar: curvas de nível, cortes do terreno e prancha A1 — com o DXF pronto para abrir no CAD.
Gerado a partir do KML
Lote em encosta · 11 pins · 2 ruas
Área
612 m²
Desnível
7,4 m
Decliv. média
31%
Corte A — rua a rua
Ilustração. A prancha real sai em A1, com carimbo e camadas.
A skill só precisa de um arquivo KML com o lote, as ruas e os pins — o resto ela calcula.
Na versão web, em earth.google.com — Google Earth, não Google Maps. É o Earth que guarda a altitude de cada ponto.
Siga a divisa e dê um nome com Lote ou Terreno — é assim que a skill reconhece qual polígono é o lote.
Um por rua que encosta no lote, cobrindo só o leito. Nomes como Rua superior ou o nome real da via ajudam na prancha.
Adicione vários marcadores (placemarks) no lote e ao longo das ruas. Quanto mais pins, mais dados topográficos para o levantamento.
Muito importante: ponha pins especialmente onde a inclinação muda — platôs, cristas e pés de talude.
No menu do projeto (⋮), use Export as KML. Esse é o arquivo que você manda para o Claude.
Por que pins e não só os vértices dos polígonos? O Google Earth grava a altitude apenas nos marcadores de ponto — os vértices saem com cota zero.
Planta técnica com curvas a cada metro, mestras a cada cinco, cotas dos vértices do lote e o greide das ruas.
Três cortes longitudinais atravessando o lote de rua a rua, com declividade por trecho — o que decide acesso e garagem.
DXF em UTM SIRGAS 2000 pronto para o CAD, e uma prancha A1 em PDF com camadas, carimbo e os três nortes.
No CAD: leve o DXF direto. Se o escritório trabalha em DWG, converta com o ODA File Converter (gratuito) ou abra o DXF no próprio AutoCAD e salve como DWG.
É preliminar, e diz isso na prancha: em área com cobertura 3D do Google a precisão fica em torno de ±0,5 m — ótimo para estudo de implantação e viabilidade, mas não substitui o levantamento planialtimétrico (NBR 13133) para o projeto executivo.